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Maternidade e FamíliaJanuary 28, 202629 min

Maternidade real: o que ninguém te preparou para sentir — Parte 233

Summary: Neste artigo, Jocely Hofmann — hipnoterapeuta clínica e mentora existencial radicada na Suíça — compartilha reflexões sobre maternidade, paternidade e dinâmicas familiares. Estaram falando justamente nas tempos aqui, um dia já lente, já muito bem-vinda. Sessões de hipnoterapia clínica e mentoria existencial online para brasileiros no mundo todo.

Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia Hoje vamos falar sobre meu bem especial Bem gostoso, vamos convidar vocês para fazer uma pequena viagem para adentro Bom dia Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia, bom dia e reflexões sobre seus sentimentas, reflexões sobre seus sentimentas, reflexões sobre suas ilusões e reflexões sobre suas relacionabeutas. momento lendo. Estaram falando justamente nas tempos aqui, um dia já lente, já muito bem-vinda.

Nós estamos aqui, no 8º dia da desafio do amor próprio, aqui vamos fazer alguns dias de sermanas para vocês, algumas reflexões sobre vocês, sobre como você pensa, sobre seus pensamentos, sentimentos, emoções, comportamentos, relacionamentos, conexão de você, como você, amor próprio, sobre tudo, é sobre isso. Porque tudo começa na gente, né? E quando a gente se ama, se olha acima de tudo, se acolhe, tudo se torna mais fácil.

E tudo se torna literalmente mais fácil. Porque quando a gente não dá como a gente, a gente fica perdida da gente dentro do mundo. Exatamente, né?

A gente está mais fora do que está dentro. E quando a gente está fora, a gente está perdida da gente, a gente está perdida da essência, a gente está perdida de Deus, a gente está longe de Deus. E quando é bom um outro conhecimento, traz essa clareza, essa paz interior que te permite de olhar para a vida contra o olhar para você, com mais carêmeo, com mais falo e no mundo.

Exatamente, muitas vezes você está colocando, esperando outros, mais que estar faltando pedir primeiro de você. Eu falo que... Eu te falo.

Essa relação de intimidade que nós tanto procuramos essa atenção, e se cuidado que nós tanto projetamos no outro, eu ofereceram nós mesmos. É o primeiro passo para uma vida próspera, para a paz interior. A gente, às vezes, está tão atribulado.

Então, em que é, tem, nem sabe o que é. Se a gente não os permitiu olhar para dentro, para calmar, só nos acolher, nem fugir, eu que é a maioria das vezes, temos a tendência de fazer. Em um desconforto, não procura acolher, não procura perceber o que se passa, para acolher a nossa criança e acolhar.

E quando a gente tem um exploso, né? Quando a gente tem de fazer isso conosco mesmo, quando aprendemos a olhar para nós, a gente consequentemente acolhe o próximo, a gente sabe o que vai dar do outro. É bem diferente, naquele desespero inconsciente de dar atenção, de às vezes até confundir atenção com controle.

Tudo está. Tudo ferramenta, todo manobra de criança, da nossa criança, entendeu? É bem.

E hoje foi o tema do Itávio Dia, do desafio do meu próprio, a criança interior. Se conectar com criança interior. E o quanto nós banalizamos isso, muitas pessoas nem sabem que existe a única essa criança que ela foi lá atrás, dentro de si, esperando a amor e carinho.

Porque quem foi você naquela infância? Você foi uma criança feliz? Você foi uma criança triste porque você esperava amor e carinho, colo e nunca teve, porque seu espaço também não tiveram.

Você foi uma criança que cresceu opada por tudo aquilo que acontecia em torno de você e você achava que não dava conta, que era sua culpa, por isso estavam acontecendo prigas, por isso estava acontecendo. Eles excluçam unhas, visavanças e você se sente mal, você se fechava no quarto. E você chorava, chorava esperando a ajuda de um lugar que nunca vinha.

Ou se escondia? Ou se escondia? De um lugar que nunca vinha, essa esperança de que o sucorro viesse, o amor, viesse, o corimento, a atenção viesse e nunca chegava.

O quanto desse sentiu sozinha? E esse sentimento de estar sozinha, de estar desamparada, não acolhida, não vista, rejeitada muitas vezes, apandonada, se você prestar muita atenção, os dias de hoje, o que está acontecendo e de onde você, olha para essa criança, se não é ela que tinha de seu corpo dentro de ti. Verdade.

Verdade. Eu a dias identifiquei, a sistema memória, e eu não tinha, por mais que foi intenso, que foi ainda por algum tempo. Eu a sistema memória que me trouxe muito a clareza, graças a Deus, eu não segui esse padrão.

Porque quando a minha irmã tinha 12, 13 anos, ela teve uma pentecia de suporada, e quase morreu. Só que ninguém falou pra mim, olha, sua irmã está muito doente, sua mãe está no hospital, seu pai está com ela viajar. Será o que viajou os fãs?

E na minha cabeça viajou, foi passear. Quando a minha irmã voltou, eu vi que ela estava muito mal, ela andava bem colhida, estava bem magrinho. Eu lembrei disso tudo.

E lembrei também, que passava algum tempo, eu comecei a ter umas dores de cabeça, do ia cabeça, do ia cabeça, do ia cabeça, do ia cabeça, chorava, ficava deitada, e a minha mãe fez o quê? Me levou pra viajar. Vingo.

Me prestava dar pela primeira vez passei a desde elevador, via traia. E esse e a gente, eu só fiz a doença, prevei já fizeram todos os exames, não tinha nada, nada. E o médico disse, olha, valeu ser esse medicamento pra ela, a minha mãe que falou, né?

Quera pra dormir bem, porque eu acordava muitas vezes. Então a minha questão do sono que eu tive em adulta, até pouquíssimo tempo, a me tornar a terapêuta, que eu fui melhorando essa situação, essa questão, venta aí, dessa fase, do desconforto, e da mente acelerada, e acordava com uma despesa dele. quando eu tinha pesadelo, quando eu acordava, minha mãe até com eu e eu ia para a cama dela.

Então, era sempre uma forma de chamar a tensão. É engraçado que quando a Júcheira era preenunciado, a gente pedia a sua cor onde é espaçado, né? A gente fazia de tudo para a tensão, para ser visto.

E a gente continua fazendo isso, verdade. Dispassadamente e conscientemente, por que as pessoas fazem tantas besteiras? São crianças no corpo de adultos?

Quanto os adultos você conheça que se comporta como criança? A criança beijenta que não é desse ninguém te controlada, porque que é aquilo? E nós não aceitamos receber o não, não aceitamos receber o não.

Como a família de origem influencia seus padrões?

Essa criança ainda mora dentro e sempre vai morar até o último dia. Mas ela precisa ser vista. Ela precisa se comportar dessa forma como ela se comportava lá atrás, para que ela seja vista.

E muitas vezes a gente não percebe esse movimento surtivo dentro da gente, né? De onde vem esse desconforto, que du nada surge? Será que não é nossa criança interior pedindo a tensão, pedindo para ser vista, agolhida?

Opa, eu estou aqui com você, Judo. Calma, eu estou aqui contigo, homem. Vai dar tudo certo, eu já dei tudo certo.

Olha para lá para trás como que era. Foi tudo tão difícil. E você passou por tudo isso e está aqui com saúde, firme, forte.

Alegre, feliz, verdade. Construindo seus pastos os dias, está tudo bem, está tudo bem, está tudo bem. Aprender a falar com você e acar o máximo a criança interior hoje, vez em quando, faz um bem danado, faz um bem danado.

Eu estava ainda agora gravando enquanto eu desperava, gravei um histórico falando justamente isso, né? E muitas vezes numa situação, a gente vê o comportamento exagerado, a gente vê em muitas situações cruciais. E quem esteve a frente, ou quem está a frente não é o adulto, é a criança interior.

É a criança da gente. E se a gente aprender a olhar para ela com mais frequência, a surprela, a cuidela, a gente começa a acessar e curar as nossas feridas interior. O qual importante é construir essa relação de intimidade conosco, mas conosco na totalidade, inclusive com a nossa criança, esse lado mais frágil.

Eu estava pensando, Renata, que é justamente hoje quando a gente está em busca desse relacionamento, mas aproximado, mas íntimo, com a nossa, com a nossa essência, com a gente, com o nosso eu, de verdade, não com o falso eu, mas não com o personagem, mas com essa criança inocente. Ponto mais a gente se busca, mas a gente está perto dela, porque finalmente quando a gente começa o processo de autoconhecimento, na verdade não é um processo evolutivo, não é? É um processo de desconstrução, a gente começa a desconstruir aquilo que a gente achava que a gente sabia, aquilo que a gente achava que a gente era, que a gente cheia, a gente não é esse personagem que a gente acredita sem, esse personagem foi formatado pelas ideias dos outros, pelas princípios dos outros, pelas valores dos outros, pelas crenças e...

e dogmas dos outros, pelos nossos medos, todos as imitações que viram dos outros, as íntices olhou e copiou, mas lá onde a gente nasceu, ela é essência divina pura. E voltar para a criança, é voltar justamente a lembrar de quem a gente foi. Na verdade, quem a gente é, né?

Então, quando muitas vezes a gente fala, eu tô em processo de evolução, e não para o processo evolutivo, não é um processo de disposição, é um processo de lembrança daquele essência que eu já era na infância. E o fato de eu me conectar com a minha criança interior, me faz, é justamente me lembrar com mais facilidade daquela pureza, naquela esperança, naquela alegria espontânea, da criadilidade, me soldaram muitas vezes, não, isso não é certo, estou encerrado, espera, calá-la, se já está errada, engolho choro, né? A gente não tinha, como inclusive, tem algumas perguntas durante o áudio, e uma das perguntas era o que você gosta, eu gostava lá na infância, e o que você não gostava, e daí, no meu sabe espontaneamente, o que eu gostava era de ensinar, e o que eu gostava de hoje, sempre você de brincar de escolhinha, a criança já brincava de escolhinha, um dêndi, e o que me veio, o que você não gostava era de me calar, e é o que eu não gosto hoje, é o que me traz em potência, eu fato de eu me calar de não soltar a minha verdade, é por isso que a gente está fazendo esse exercício de estar aqui presente.

Deixa eu só comentar uma coisa interessante, uma coisa interessante, quando você me chamou, você não aparecia em live, só apareceu no meu direto. Ah, bom? Sim, super estranho, e agora eu deixo estranho, que eu partilei, e a gente mandou mensagens nos ados falar que não aparece.

É, não, só um sei estranho. E estranho, porque eu também falei até agora não tem, pode ser por isso que não está sendo estranho. É, pode ser, mas eu enviei, enviei os pras pessoas.

Eu também enviei. Só que quando você me viu aparecendo direto, eu entrei a partir do direto, mas a cliente estava a perguntar que a de alai, não dou agora mensagem, estranho. Muito estranho, muito estranho.

Mestre, pra mim está normal, e se as pessoas entraram aqui, é final de que está legal, né? Então, agora, voltando sobre o tema, a gente estava falando, né? Você teve um momento que eu falar sobre a questão da conexão do amor próprio, com a criança interior.

Sim, total. E muitas vezes acho que isso, eu vou dizer sem, mas 99,9% das pessoas não tem a mínima ideia dessa ligação. Mesma as crises estão em processo de autoconhecimento, algumas, que estão mais voltadas para descobrir isso, para essa presa jornada, muita gente não conecta uma coisa com a outra.

E muito bom. Fala muito sobre a construção da amor próprio, sobre essas questões, do aprender a dizer não, mas a conexão, com a criança interior, não vejo ninguém fazer. E quando eu trago isso em sessão, alguns clientes se cancelem, tipo, que estão a dizer?

Tudo a ver, né? Tudo a ver. É uma parte nossa.

É uma parte nossa, que está outra vez a ser deixada de eu andar. Enquanto não nos enxergamos na totalidade, acolhendo tudo, nos enxergamos. Não vai acontecer, esse amor próprio não será verdadeiro.

Continuá-se, não continuará a ser uma ilusão, só falar-se, só falar-se. Então, quanto mais nos propomos a ir além de onde a gente já foi, a saia da zona de um enxergaturo por mais que dor, porque são mecanismos da mente, o que a gente não quer ver, o que a gente evita enxergar, e essa fase de criança que a gente recalca tudo, então, tudo que não é bonito, tudo que é diferente, tudo que causa dor, a gente não sabe bancar, a gente não sabe ali dar, a gente não da criança, e às vezes passa a vida inteira não sabendo lidar, a gente vê adultos deixando relações importantes, a gente vê adultos deixando trabalhos oportunidades de emprego, para não ter que enfrentar, vamos falar, isso não está porque é que isso precisa, isso tem mesmo que ser assim, só se impor um pouco, só que chamar, porque nem sempre nunca o se impor é ligar em bater de frente, é só expressar nos, e para que isso seja em paz, sem conflitos, é só saber falar, falar com respeito, e dar a gente ver quantas pessoas hoje em dia, perdendo oportunidades por não saber a colher e olhar, enxergar aqui, entendeu? Sim, eu acho que eu me conectei um pouco mais, assim, e nada com o meio que ganho a gente ligou, quando eu comecei a ativar minha comunicação interna, está a sua voz está completamente robótica agora, pode ser estranho, e agora vamos que está?

Pode ser a rede, amiga, pode ser, mas a minha ta conexão, não ta com conexão inteira aqui, mas talvez por isso que não seja entregando, pode ser, mas eu te falei que as conexões começam a ficar, tem muita diferença, faz parte do processo, eu percebi que me disse se você está ouvindo bem, que eu estou falando, que essa conexão, minha conexão com a minha cliente interior, a minha fortinha deixa eu mostrar, e a única foto de em francês que eu tenho, eu tenho alguma de lá no Brasil na casa da minha mãe, mesmo dos olínguis, mesmo os olínguis, não é? E ainda bem que eu tenho insapota, porque imagina não tem foto na irmã da infância, deve ser bem triste, né? Quando você começa a ativar a sua comunicação interna, ou seja, falar com você, porque muitas vezes você não está falando com você, você está ouvindo vozes e obedecendo essas mesmas vozes, e você nem sequer separar quais são as vozes e as vozes que vem no ilativo e as vozes do positivo, mistura tudo, se identifica com aquilo quando vê, está se tornando aquelas vozes, e isso é muito perigoso, quando eu comecei a trabalhar essa comunicação interna, foi quando eu comecei a conversar também com a minha criança, e perguntar para ela o que você precisa hoje, o que te faria mais feliz hoje, e daí eu só bota a mão no coração, a respirar fundo, esperar porque vem, a mensagem vem, se não vem no segundo mesmo, ela vem depois, mas aí eu comecei a perceber que quando eu tenho esse diálogo interno com minha criança interior, ela está sempre me guiando para a alegria, ela sempre me guia para a alegria, para algo leve, para algo prazeroso, algo que me tragaselo, para mim, para a situação, para as pessoas, então está em contato com sua criança interior, se conectando com ela, falando com ela, dando atenção para ela, porque ela é você, ela é você e sempre será você, por mais que você esteja lá na futuro.

velhinha, toda pulgada, andando com dificuldade, ainda vai ser aquela criança, ainda vai ser, ela vai estar dentro de você, pepocando, né, por exemplo, as pessoas que tem 100 anos, 80 anos e tal, uniforma, tal bem, tal renta, contando piada, tão se divertindo, elas entenderam que a vida é o jogo e elas nunca pararam de jogar, né, vamos brincar, e elas continuam brincando o tempo todo, e isso que eu quero pra minha vida, sabe, eu quero brincar o tempo todo, quero parar de ler lá tanta sério, sabe, todas essas coisas que acontecem, e falasse ok, se fosse um jogo, como eu veria esse jogo, como eu brincaria aqui dentro dessa diversidade, né, será que consigo olhar, olhar, infantil e falar assim, ah, tira essa peça aqui que vai ficar legal, né, e daí brincar, brincar mais, se levar menos a sério, e deixar a felicidade entrar, felicidade agir, porque muitas vezes a gente não acha solução porque a gente está vivendo, porque está muito rígido, é muita razão, é muita razão, está muito dentro da caixa, é preciso, sair da caixa, jogar a caixa, brincar de malabarismo com a caixa, às vezes chutar a caixa, e porque não, dá um ponto a pé, né, na caixa, contando que eu esteja fora da caixa, bem, né, são metáforas que fazem, porque a gente possa refletir, como é que a gente está levando a vida, se está muito rígida, está muito sério, está muito robótico, cara, volta, tira criança, se conecta com ela, falo quanto é importante, você está aí com ela, dá amor para ela, sabe, e se conectar com carinho, com permissão, vamos brincar mais, vamos deixar o trabalho de vestido, outra forma de que observa às vezes, que um adulto, uma pessoa abandonou completamente a sua criança interior, é quando eu nunca vejo como por isso, e a criança, a nossa criança interior, adora a alegria das cores, se uma pessoa está vestindo sempre de branma, sempre de cemias, sempre de preto, não está conectada, porque são pequenos detalhes, que mostra a criança, ou até no dia a dia, quando faz uma, uma janeira, quando alguma coisa, né, a forma de se, de como, eu comentário o que faz, a crítica é que fala, se você é rir, eu falo assim, eu já perra um tempo, uma cliente, quando você supomba, se você vai aqui andando, aqui no shopping, tropeças, você vai ficar com vergonho, e sim colher, arresado, né, que uma criança faria, se que ela tropeças, eu vei, se machucou a diferente, mas às vezes mesmo quando a criança vai rir, agora a pessoa vai tropeça, tá limbrancando tropeça, ela vai andar ainda, automaticamente, né, ou quando você tá com medo, e bora cara, tomando um gelado, sovete, isso já é cara, eu lembro de momentos que eu soujava mais, vai precisar, depois ela vai limpar, mas são pequenos, pequenos no acesse, que revela a sua criança a via, a sua criança aqui conectada, porque quanto mais nós conectamos em pequenas coisas, mais a intimidade vai crescendo, e a constância também, eu serei para o meu pai que tem 84 anos, faz 85 e esse mês pintar, né, a terapia, pintura e tal, e ele disse que não fazia isso, que não tem memória, ele trabalhava muito ser, ele começou a trabalhar muito ser, então ele não se lembra, ele não subrou, ele foi concluir os estudos quando ele estava num projeto de São Paulo, que era educação para todos, que meu pai foi para a escola, então ele não se lembra, ele não teve isso, ele andava muito estressado, e tava no aperta, não tem a mesma mobilidade, Para não ficar em casa, eu não entendo sem fazer nada, eu fui levando e cedirei aqui em uma ativista, luca, né, como agora a gente está a comprar mais desenhos mais adultos, né, aquelas evistas, mas de vez em pra ver ele fala, eu compro aquela outra assim, que ela parece mais das crianças e ele gosta, sabe, e põe muito a cor e você vê as vezes quando ele vê, como está bonito no meu desenho, mas que é o menino que está ali, o menino é só ressais, né, é maravilha, coisa que ele nunca tinha ferido, nunca tinha se permitido, nunca tinha se do tempo de fazer, né, então são coisas assim que a gente veio desde que ele começou a fazer isso, sempre pensado mais calma, mais feliz, por que que está sendo a criança, entendeu? E outra coisa que eu falo durante o áudio é que nós temos ainda os nossos pais, tem um surta a gente, é como se essas vozes que a gente ouve do negativo positivo, são vozes de cobrança com pai, não, imagina, não, você não está fazendo certo, não, você pode fazer melhor, exigência, é uma compra de fãs de novo, a paga faz de novo, o trabalho de casa está perfeito, você não é o suficiente, você não faz isso, entendeu? Então ainda são as vozes de cobrança que a gente ouviu o tempo inteiro na infância, que ainda ressou dentro da gente, a minha era professora, então quando ela olhava, que caderno foi a esse, vai tirar essa foda e para a saluta, vai fazer de novo, mãe, eu estava professora, eu estava com pressa, mas a professora não está aqui, vai fazer agora, ela não falava assim, que ridido e tal, mas ela falava que não estava bom, eu me brigava a fazer de novo, e o mesmo tempo quanto você se pega, se cobrando exageradamente, está falando, a mesma fala que está dentro de você, que é corredeja da sua infância, que ainda reverbera até hoje, e que muitas vezes você não dá importância, se acha que é você que está falando, mas é um eco, é um eco permanente, que se você não está atenção, é que acaba te limitando em vários setores da vida, quando eu gravo alguma coisa, e se eu não editar, ou se eu não publicar direto, se deixar para depois, se eu for rever vídeo, algumas vezes acaba não postando, então olha que eu tenho tempo, vou gravar e vou postar, no caso eu perfeccionismo que veio, que foi muito complicado para mim, quando eu comastei a gravar, porque não era só imaginar e lembrar, era ver, era ver com tudo que foi feito, e tinha sempre alguma coisa, e tem sempre alguma coisa que pode ser melhor, e nada está tão bom que não possa melhorar, esse fazer é que vai trazer a melhor, mas não fazer em criticar, é exato, e faz isso muito bem com essa verdade, é corrigiotomaticamente muitas vezes, eu penso também que uma das coisas super importante, com a criança interior, criar essa comunicação como eu falei antes, mas poder voltar e se imaginar como eu me sentia lá atrás, de verdade, voltar e observar, como era como eu me sentia, eu me sentia, por exemplo, eu me sentia invisível, eu me sentia invisível, eu me sentia não pertencente, sentia que as pessoas não me haviam, eu me sentia ignorada, porque eu era diferente dos outros, eu era aquela que queria estudar, eu era aquela que queria fazer, eu era ver, e os outros não tão quanto eu, então eles achavam, ah, não, você só quer se achar, eu me sentia diferente, sabe, e essa diferença era muito contrastante com os meus irmãos, com os meus vizinhos, eu me sentia às vezes é rejeitada, eu me sentia abandonada, eu me sentia triste no fundo de mim, e reconheço, Se isso, quando eu faço um trabalho com uma minha criança interior, eu, como adulto, me permitir, de minha colher de novo e falar, aí, ju, olha, tudo isso aconteceu, mas aquilo ali era um jogo.

Você estava fazendo parte do jogo, se só não sabia que você estava jogando. Percebe, mas olha, você jogou, venho praticar lá, que você jogou o jogo perfeitamente bem. Apesar de você estar dentro do jogo, lá, como a bonequinha, né?

Mas você saiu super bem, cada trauma que você viveu ali, cada memória negativa, cada sentimento de regição, de abandono, de invisibilidade, de insuficiência, de cobrança ali, de vergonha, de medo que você sentiu ali, jo, foi necessário pra te fortalecer em você jogo, bem, esse jogo, lá, percebe que você ganhou o jogo, toque pra te certificar de que você ganhou o jogo, tipo, de abraçar, beijar, sabe? E fortalecer a dar segurança pra essa criança. Ao mesmo tempo, e tá tudo conectado, eu sou essa criança, que sou adulto, que olho pra criança, me fortaleça, até a vez da criança, e permito que a criança me fortaleça.

Qual é o papel da maternidade na sua identidade?

E, de uma certa forma, eu me permito olhar o jogo de fora. Ao mesmo tempo que eu tô no personagem da adulta, guiando a criança pra trazer essa felicidade de volta, porque ao mesmo tempo que eu sofri tudo isso na infância, ainda existia que ela alegria lá atrás. Claro.

Mas que tudo, a natureza, a memória que aconteceu, ainda existia a criança da iorra, da iorra, que tem o sorriso, sabe? A gente olha todos os sorrisos. Aquele brilho, ela alegria, e eu sempre senti isso apesar de tudo.

Então, eu reforça isso, se conectar com isso, e ao mesmo tempo, me observar, eu adulta fazendo isso com a minha criança. E é engraçado que na hora do desenho, hoje, eu não ia falar sobre isso, mas o desenho que eu fiz, saiu isso aqui, três corações. E eu me perguntei na hora porque três corações.

E, agora, eu falando, veio isso. Escrevi amor no meio, a que é minha criança, a que souviu adulto, e a que sou eu, a minha nova versão que observa. Entende?

E da que saiu luz, a alegria, a felicidade, a presença, saiu contemplação, saia amor, saia carinho, saia de educação, saia zelo, saia de que eu quis, e eu escolho que eu quero que saia desse coração. Eu escolho que emanhe desse coração. É impressionático, é tudo se conecta, na hora que eu desenhei, eu não sabia, eu podia ter deseado um único coração, mas saiu não três corações, e tudo tem um significado.

Exatamente. Exatamente, exatamente. E, eu amei...

Vou entrar em uma partilha. Vou entrar em uma partilha, a gente já pode fechar no final, para mim estar tarde, para mim. Sim, porque eu preciso ir.

Eu estava comentando com uma cliente em algum momento, eu não me lembro exatamente porquê. E eu fui uma criança tímida, ficasse do filho dela, mas, na verdade, as crianças não são perceptíveis, né? Só que como eu fui muito criticada, eu me tornei uma criança tímida, que precisava da prolação.

E ela parou e falou assim, pior que isso, eu me sei o problema. Porque nunca sabia o que eu ia fazer comigo. E como ela era a única criança, na idade dela, ali mais ou menos, os outros eram muito pequenos, não ia perceber nada, ou já eram grandes e pudiam participar.

Então, quando eu falar, quando tinha alguma questão de discussão, algum problema, ou até estavam falando um besteira, brincadeira entre adultos, e falavam coisas que ela não podia ouvir. E ela está aqui, como se estivéssica. Lembra, tem que ir uma criança, né?

A gente nisso. Aí, agora, eu vou fazer ele, né? Porque eu vou fazer com ela.

E a partida aí, ela começou a fazer o que muitas vezes ela faz hoje, ela já fugiu de casa, ela já se escondiu, ela também já me escondiu, talvez você também já está escondido. E pior ainda, eu me lembro de escondir, até minha mãe ficar despernada, me procura. E aquilo minha mãe me pediu porque as vezes me encontrava porque estava dando risada, estava feliz que ela estava procurada.

E eu partilhei-se com a cliente, ela disse, eu quando, às vezes eu via a minha mãe passando que eu fugia de casa, eu ficava feliz também olhando, onde é que ela ia me procurar, ela ia parar de procurar. Então, por que isso aconteceu que a criança não estava incluída? A criança não estava acolhida.

Então, muitas padrões, muitas coisas que nós fazemos hoje, o ato de fugir de não enfrentar as questões, a gente aprendeu. E está tudo bem, porque tem um motivo maior, já temos ouvido essa vida, temos escolhido essa família, estas questões, para que nos torná-semos, quem somos? Quem achamos que somos?

Sá que nós vivermos numa ilusão e numa mástria, num molde, que foi ali construído por cada experiência que ele indiu. Então, quantas vezes, quantas vezes for necessário a gente deve parar e procurar buscar de onde veio, porque quando a gente enxerga lá no passado, quando a gente acolhe, nos acolhe, que fica diferente, a nossa postura muda. Por mais que dou a enxergar, enquanto você não enxerga, vai continuar acontecendo.

Você vai continuar traindo situações para dar a oportunidade de fechar esse rico e dar mais um passo. Então, passa frente mesmo, você ficar ali patinando. A gente fala, parece que estou patinando a minha vida, está patinando, eu ando, ando, ando, não sai do lugar.

Para respirem, enxerga. Em que momento você acha que está patinando o que está acontecendo? Vai ver todas as vezes em alguma coisa coletada lá, com o passado, com a criança.

E o que eu digo é, os nossos pais, assim como nós hoje, nós fizemos e eles fizeram o melhor que sabia, o melhor que podiam, com o conhecimento e experiência e o que tinha. Para não vi junto, outra vez, a raiva do ódio, e esse sentimento é a culpa do julgamento. Sempre que a gente trouxeram memória, o motivo por que eu me sentia o que aconteceu lá, é trazer junto, essa questão de...

Essa pessoa aprendeu, foi o que elas viveu como filha, porque eu fui a mãe, para o meu filho, que eu te dedica a minha mãe foi. E ele fala, foi o que realmente era não, foi o que eu percebi, o que a vida é sobre a percepção que nós temos. Não é sobre o que de falar que acontece.

A vida é um espelho, como a gente falou, ela vai sempre repletizar na sua cara, o que você precisa mudar, não é a vida que muda, é você que muda. Isso começa justamente para se conectar, assim, nada está mudando, é porque você não se permitiu mudar. E a vida é um espelho, então olha para a vida e ver o que ela está refletindo, como eu estou me comportando diante do espelho, que é a vida.

O que eu posso fazer para mudar diante dele, quando eu mundo, o reflexo que está no espelho, também muda. Também muda, não é? Não é imporno considerado.

Voltando para criança interior para a gente fechar, eu faço um convite para você que não nos assistiu depois, o que está nos assistindo agora, pega uma foto de você criança, se conecta, bota sumoza no coração, olha muito amoricar ele para essa foto, e se conecta com você, e pergunta o que eu posso fazer para você. Primeiro começa olhando e falando o seguinte, eu sinto muito. Por ter te abandonado esse tempo todo, eu sinto muito ou te ignorado, talvez eu tenha até ignorado a tua existência dentro de mim.

Eu sinto muito, essa palavra sinto muito e sove muitas coisas. E se entrega de verdade, olha para essa criança, e pergunta o que ela precisa de você, onde que você precisa olhar, para que ela se sinta mais livre, mais leve, mais solta, mais feliz, e pergunta o que ela mais gosta de fazer, o que mais motiva ela, inspira profundamente, espera a resposta, porque ela vai falar com você, pergunta para ela o que ela não gosta de fazer, o que que é importante para ela, olhando na foto, se conecta com ela, e você vai ouvir expostas que você nem imaginar, imagina verdade, essa entrega excelente é intestinal, se sinta a emoção, se você tiver vontade de chorar, chorar, deixe a expressar tudo o que vier, deixe a ver, deixe a ver exatamente, e no final brinta com ela, derrizada com ela, se permita ser essa criança, falar de derrizada, se você vê que o resto do dia vai se transformar e a tua visão para quanto a vida vai começar, sim, mais leve, mais bonita, vou partir daqui com você o meu desenho, o meu desenho feito com a mão esquerda, minha menininha, toda ali pente a dinha custou tozinhas, como o que eu vejo? Eu convite que a gente deixa aqui esquisar desenhar como a Renata fez, como eu fiz, com a mão esquerda, porque da impressão que justamente está buscando essa, não se não procura perfeição, você está ali soltando o que há dentro de você, como a esquerda se sai do controle mental, é ali, é da voz da criança que habita dentro de você, se permita mais fazer isso, é o convite que a gente faz por dia de hoje, o dia tranquilo e não se interior, que você possa se conectar com ela, com verdade, com entrega e com amor, quando você faz isso, se está fazendo isso por você mesmo, porque você é o que eu falei com você, tá bom?

Como criar filhos emocionalmente saudáveis?

Quando você está com a nossa criança, brincar de verdade, deixar o riso solto, lagar o julgamento, porque a criança não se preocupa estar a se ajudar, dela só, não é só para se conectar no momento de comer o sorvete, o chocó lá, é que é exato, não se dá um rei, de dar um beijo de luz, é excelente dia, o dia bem sorvete, a gente não vê os


Perguntas Frequentes

Como funciona o atendimento online de Jocely Hofmann?

As sessões são realizadas por videochamada, com a mesma qualidade e profundidade das sessões presenciais. Jocely atende brasileiros em qualquer lugar do mundo.

Qual é a diferença entre hipnoterapia e mentoria existencial?

A hipnoterapia trabalha diretamente com o subconsciente para reprogramar padrões. A mentoria existencial é um processo de acompanhamento mais amplo, que inclui reflexão, direcionamento e ferramentas práticas para a transformação pessoal.

Como agendar uma sessão?

Você pode agendar diretamente pelo site jocelyhofmann.com na página de agendamento, ou entrar em contato pelo formulário de contato.


Este artigo é baseado em conteúdo compartilhado por Jocely Hofmann em suas redes sociais. Para saber mais sobre hipnoterapia clínica e mentoria existencial, visite a página de serviços ou agende uma sessão.

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Jocely Hofmann

Hipnoterapeuta Clínica & Mentora Existencial

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